quinta-feira, 31 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Quem sou?
Alegre ou triste?
Medrosa ou corajosa?
Apaixonada ou apática?
Organizada ou bagunceira?
Amável ou ácida?
Fofa ou grossa?
Pois é, não sei mais me definir.
Cada dia, cada momento, sou uma.
E sou todas ou nenhuma.
Medrosa ou corajosa?
Apaixonada ou apática?
Organizada ou bagunceira?
Amável ou ácida?
Fofa ou grossa?
Pois é, não sei mais me definir.
Cada dia, cada momento, sou uma.
E sou todas ou nenhuma.
domingo, 1 de abril de 2012
Reaprendendo
Péssimo ter que aprender a mesma lição de novo.
Pior, ter que aprender em combo:
Pior, ter que aprender em combo:
- Não permitir me envolver rapidamente a ponto de criar expectivas e me frustrar (Já fiz a lição de casa em Expectativas)
- Deixar tudo bem claro para não ter ciumes, sentimento idiota que só sinto quando o item 1 não é correspondindo (tarefa de casa realizada em Ciume)
Quem não aprende a lição fica de recuperação ou repete de ano.
Minha nerdice não me permite pegar DP nessas disciplinas, não.
Aprendi forever and ever and Unilever!
:-)
sábado, 31 de março de 2012
Chatice
Eu preciso estar em movimento constante.
A rotina faz entrar no processo de cegueira diária. Perco a paixão pela descoberta, fico preguiçosa, postergo até o último segundo.
O movimento pode ser qualquer estímulo externo. Uma música nova, uma pessoa legal que conheci, um filme, um livro, uma série, um trabalho novo, uma nova paixão.
Detesto me acostumar. Não gosto de frequentar os mesmos lugares todos os dias. Não gosto de ser reconhecida pelo moço da padaria. Aliás, não gosto de ser reconhecida.
Detesto entrar no ritmo de trabalho que não me permite parar para pensar em nada, ver um episódio idiota do Chaves, estudar minhas nerdices, filosofar na mesa do boteco (bebendo ou não).
Na época de faculdade, viajava semanalmente entre Sumaré/SP, onde meus pais moram, e Rio Claro/SP, cidade do campus universitário, e amava perder o ônibus para ficar observando as pessoas na rodoviária. Sim, a espera durava entre 1 e 2 horas, não tinha iphone, ipod, celular com internet 3G, nada. Tinha um livro, os livros da faculdade (que carregava para fazer musculação, já que nunca estudada em Sumaré), alguma revista (fato raro) e as pessoas passando.
Acho que perdi esse hábito. Ouvir histórias das velhinhas que sentavam do meu lado, as vezes dramáticas, que me faziam chorar junto, outras bizonhas, que me faziam controlar o riso.
Hoje, corro para não perder a hora. Minha agenda é um inferno e não consigo conversar com ninguém. Amo quando alguém precisa desabafar e me chama. Paro qualquer coisa que estou fazendo para dar atenção. Poxa! Que chance única de participar da vida de alguém, conhecer um pouco mais as aflições do ser humano apenas em troca da confiança. Amo mesmo!
Por outro lado, quando tenho que esperar, posto a minha insatisfação em alguma rede social e uso fone de ouvido para ninguém me incomodar. Que coisa mais babaca a se fazer, né? Música é bom, principalmente nas caminhadas, mas o isolamento que cada vez me imponho é estranho. O que me custa ouvir a velhinha contar que foi enganada em uma agência bancária?
Será que estou me tornando mais chata?
Não sei, mas preciso reaprender a participar do mundo.
:-(
Costume
É impressionante o poder de adaptação do ser humano, quando ele está disposto.
Você já reparou como nos acostumamos rápido com as coisas que gostamos?
Se mudamos de cidade, por vontade própria, tudo é surpresa. A descoberta de cada cantinho do bairro se torna uma aventura. Um olhar novo e disposto a desvendar o desconhecido nos faz ver o que as pessoas que passam ali diariamente jamais viram. Andar a pé, se perder (Tá. Sou desorientada e pode parecer desculpa, mas nesse caso eu gosto mesmo de me perder.) para encontrar locais legais ou caminhos novos vira diversão.
Por outro lado, tudo fica difícil, chato e cansativo quando existe alguma vontade contrária. Lembra dos trabalhos daquela disciplina que você detestava na escola? Tudo era motivo para deixar para a última hora. Nada se aprendia, já que tudo era feito às pressas e hoje percebe-se o quanto poderia ter aproveitado.
Meu desafio diário é não permitir que a cegueira do costume se estabeleça em mim.
Quero aprender a cada dia coisas novas das mais elementares às mais complexas sem perder a emoção da (re)descoberta.
Você já reparou como nos acostumamos rápido com as coisas que gostamos?
Se mudamos de cidade, por vontade própria, tudo é surpresa. A descoberta de cada cantinho do bairro se torna uma aventura. Um olhar novo e disposto a desvendar o desconhecido nos faz ver o que as pessoas que passam ali diariamente jamais viram. Andar a pé, se perder (Tá. Sou desorientada e pode parecer desculpa, mas nesse caso eu gosto mesmo de me perder.) para encontrar locais legais ou caminhos novos vira diversão.
Por outro lado, tudo fica difícil, chato e cansativo quando existe alguma vontade contrária. Lembra dos trabalhos daquela disciplina que você detestava na escola? Tudo era motivo para deixar para a última hora. Nada se aprendia, já que tudo era feito às pressas e hoje percebe-se o quanto poderia ter aproveitado.
Meu desafio diário é não permitir que a cegueira do costume se estabeleça em mim.
Quero aprender a cada dia coisas novas das mais elementares às mais complexas sem perder a emoção da (re)descoberta.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Saudades
Nada consigo fazer
Quando a saudade aperta
Foge-me a inspiração
Sinto a alma deserta
(Cartola)
Quando a saudade aperta
Foge-me a inspiração
Sinto a alma deserta
(Cartola)
quinta-feira, 29 de março de 2012
Procrastinar
Eu não procrastino.
Tenho muito autocontrole sobre a minha obsessão de fazer as coisas imediatamente.
domingo, 25 de março de 2012
Crianças
Desde sempre amei crianças.
Claro, quando era uma era natural que ficasse no meio delas. Eu era uma criança meio estranha: usava botas ortopédicas, era hipersensível, chorona, briguenta com quem se esforçava para me irritar, mais alta que as outras crianças da minha idade. Por outro lado, nunca tive dificuldade de fazer amizades.
À medida que crescia, continuava por preferir brincar com as crianças que ficar entre os adolescentes bobos com papos idiotas ou falando mal dos outros.
Já nessa época, as crianças sempre riam para mim mesmo sem eu querer chamar a atenção. Resultado, acabava fazendo amizade com as crianças em qualquer local o público.
Esse fenômeno continua. Mesmo nos dias que estou de mau humor, não quero falar com ninguém, TPM gritando, noite mal dormida, fome, calor, de repente vejo uma criança no colo da mãe dando uma risadinha para mim e me derreto. Pronto, meu dia mudou.
Sempre achei isso tudo tosco. Como um adulto pode preferir ficar entre as crianças que entre outros adultos?
Hoje, meu primo me chamou de "Kelly - a estranha" (referência à Kerry) porque sempre viro a tia da recreação nas festas. Fiquei pasma com o apelido e decidi que me esforçaria para ficar no meio dos adultos, no meu devido lugar.
Consegui até as crianças começarem a chegar. Tentei me controlar, mas ao ver que algumas estavam envergonhadas, não consegui me conter. Peguei na mão delas e levei até a mesa de salgadinhos para que elas se servissem de algo. E foi assim que voltei a ser a tia Kelly.
Se isso não bastasse, passei a ouvir comentários:
- Nossa, essa menininha é filha da Kelly?
- O outro responde: Não, é filha de fulano.
- Mas parece filha dela, né?
- É! Ela brinca com carinho.
Depois, um bebê começa a gritar chamando a minha atenção, pois queria o meu colo. O pai solteiro fica feliz, já que poderia se dedicar ao jogo. Eu saio com a criança do cômodo e a levo para o quarto onde as outras crianças brincam. Um tempo depois, chega o pai, todo fofo para o meu lado, com brincadeirinhas e tal. Sim, todos perceberam o interesse.
Poxa! Eu não brinco com crianças para bancar a babá. Eu curto mesmo, o quê eu posso fazer?
Então, descubro que a "boa mãe" é mais uma característica que os homens procuram nas mulheres.
Ainda não sei se essa descoberta é boa ou ruim. Espero que não reprima minha diversão, pois foi o que aconteceu hoje. :-(
Claro, quando era uma era natural que ficasse no meio delas. Eu era uma criança meio estranha: usava botas ortopédicas, era hipersensível, chorona, briguenta com quem se esforçava para me irritar, mais alta que as outras crianças da minha idade. Por outro lado, nunca tive dificuldade de fazer amizades.
À medida que crescia, continuava por preferir brincar com as crianças que ficar entre os adolescentes bobos com papos idiotas ou falando mal dos outros.
Já nessa época, as crianças sempre riam para mim mesmo sem eu querer chamar a atenção. Resultado, acabava fazendo amizade com as crianças em qualquer local o público.
Esse fenômeno continua. Mesmo nos dias que estou de mau humor, não quero falar com ninguém, TPM gritando, noite mal dormida, fome, calor, de repente vejo uma criança no colo da mãe dando uma risadinha para mim e me derreto. Pronto, meu dia mudou.
Sempre achei isso tudo tosco. Como um adulto pode preferir ficar entre as crianças que entre outros adultos?
Hoje, meu primo me chamou de "Kelly - a estranha" (referência à Kerry) porque sempre viro a tia da recreação nas festas. Fiquei pasma com o apelido e decidi que me esforçaria para ficar no meio dos adultos, no meu devido lugar.
Consegui até as crianças começarem a chegar. Tentei me controlar, mas ao ver que algumas estavam envergonhadas, não consegui me conter. Peguei na mão delas e levei até a mesa de salgadinhos para que elas se servissem de algo. E foi assim que voltei a ser a tia Kelly.
Se isso não bastasse, passei a ouvir comentários:
- Nossa, essa menininha é filha da Kelly?
- O outro responde: Não, é filha de fulano.
- Mas parece filha dela, né?
- É! Ela brinca com carinho.
Depois, um bebê começa a gritar chamando a minha atenção, pois queria o meu colo. O pai solteiro fica feliz, já que poderia se dedicar ao jogo. Eu saio com a criança do cômodo e a levo para o quarto onde as outras crianças brincam. Um tempo depois, chega o pai, todo fofo para o meu lado, com brincadeirinhas e tal. Sim, todos perceberam o interesse.
Poxa! Eu não brinco com crianças para bancar a babá. Eu curto mesmo, o quê eu posso fazer?
Então, descubro que a "boa mãe" é mais uma característica que os homens procuram nas mulheres.
Ainda não sei se essa descoberta é boa ou ruim. Espero que não reprima minha diversão, pois foi o que aconteceu hoje. :-(
sábado, 24 de março de 2012
Pensamentos
"Conclusão: as pessoas pensam demais.
Pensam no que pensam, pensam no que os outros pensam, pensam no que os outros pensam que elas estão pensando."
Pensam no que pensam, pensam no que os outros pensam, pensam no que os outros pensam que elas estão pensando."
O que me deixou intrigada é que fiquei um bom tempo sem pensar em ninguém (mas ninguém, ninguenzinho? - perguntou a amiga. Ninguém. - minha resposta). Claro que estimulada pelas perguntas dos parentes, amigas e desconhecidos malas, eu sempre tentava pensar naquele amigo gente boa, mas não posso considerar paixãozinha.
E por que as pessoas fazem isso? Deve ser para não perceberem que estão sozinhas ou como uma proteção por medo de se abrirem realmente para um relacionamento. Não sei.
Só consegui ficar sem pensar em alguém após admitir que estava sozinha e que queria ficar assim por um tempo.
Sempre me perdi nos relacionamentos. Esqueci quem eu realmente era, o que realmente queria, o que tinha decidido por livre e expontânea vontade ou por que achava que aquilo era bom já que o ser amado gostava.
Sim, chamo esse intervalo de desintoxicação. Precisei me redescobrir e foi difícil. Precisei saber novamente quais eram minhas convicções, minha religião, meus gostos musicais, minha postura diante de outras pessoas, quais esportes gosto de acompanhar, o que gosto de ler, o que gosto de assistir e o que não gosto em relação a tudo isso.
Hoje me pego pensando em alguém de novo depois de tanto tempo. Dá medo, não sei mais como agir (uma vez que descobri que não sou atirada e não quero ser), não sei como perceber os sinais. Tudo muito complicado, mas divertido.
Nesse meio, outra amiga tenta me ajudar, mas percebo nela a ansiedade que não tenho, a encanação e ciúmes que nunca tive e a precipitação que me fez errar tantas vezes.
Estranho ter essa consciência. Não tenho ciúmes de quem não posso perder e não tenho ciúmes de quem posso perder, pois se estou junto confio 100%.
Não quero mais relacionamentos psicológicos, imaginários ou de pretérito imperfeito.
Quero um relacionamento real.
Acho que esse é o ponto para pensar: que tipo de relacionamento você quer? O imaginário ou o real?
Se for o segundo, pare de pensar e aja e se as atitudes não gerarem resultados positivos, mude.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Qual é a sua?
Pessoa: Qual é a sua?
Eu: Como assim?
Pessoa: Poxa, você é bonita, educada, inteligente, conversa sobre tudo, é gente boa. Por que não tem namorado?
Eu: ....
(esse diálogo aconteceu três vezes nos últimos três meses, duas vezes diretamente comigo e uma vez uma pessoa questionou sobre mim para uma amiga)
Acho que agora já tenho a resposta:
- Bom, se eu soubesse, acho que teria um namorado, né?
:-P
Eu: Como assim?
Pessoa: Poxa, você é bonita, educada, inteligente, conversa sobre tudo, é gente boa. Por que não tem namorado?
Eu: ....
(esse diálogo aconteceu três vezes nos últimos três meses, duas vezes diretamente comigo e uma vez uma pessoa questionou sobre mim para uma amiga)
Acho que agora já tenho a resposta:
- Bom, se eu soubesse, acho que teria um namorado, né?
:-P
Ressuscitou!
Tinha decidido deixar o blog morrer de desnutrição.
Não alimento o bichinho há exatamente 2 meses. Mas como as coisas estão tomando outra proporção, a vida vai levantando outros questionamentos e minha vontade de escrever sobre tudo e sobre nada voltou.
Sim, sou inconstante, bipolar, irresoluta e todos os outros adjetivos que você conhecer e imaginar para pessoas que voltam atrás nas suas decisões.
Não é em todas as decisões que volto atrás, mas como já diria Raul Seixas (Toca Rauuuuuuuuuulll!!):
Eu prefiro ser essa metaformose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.
Esse hiato, mais parecido com ditongo, foi marcado por muitas mudanças, principalmente interiores. Se a preguiça não me vencer, vai ficar claro nos posts, ou não!
Enfim...
Se alguém ler esse blog, fique feliz: voltei.
Se ninguém ler, eu não vou desejar nada já que não falo sozinha!
:-P
Não alimento o bichinho há exatamente 2 meses. Mas como as coisas estão tomando outra proporção, a vida vai levantando outros questionamentos e minha vontade de escrever sobre tudo e sobre nada voltou.
Sim, sou inconstante, bipolar, irresoluta e todos os outros adjetivos que você conhecer e imaginar para pessoas que voltam atrás nas suas decisões.
Não é em todas as decisões que volto atrás, mas como já diria Raul Seixas (Toca Rauuuuuuuuuulll!!):
Eu prefiro ser essa metaformose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.
Esse hiato, mais parecido com ditongo, foi marcado por muitas mudanças, principalmente interiores. Se a preguiça não me vencer, vai ficar claro nos posts, ou não!
Enfim...
Se alguém ler esse blog, fique feliz: voltei.
Se ninguém ler, eu não vou desejar nada já que não falo sozinha!
:-P
terça-feira, 8 de novembro de 2011
O que aprendi jogando Super Mario
Só um adendo:
A princesa espera o príncipe, mas se contenta com quem enfrenta várias fases e obstáculos para ficar com ela.
Fica a dica!
:-)
Casa Nova
E não é que depois de muito, muito, muito, muito, muito tempo mesmo de ensaio, consegui ter minha casinha?
Tudo bem que rapadura é doce, mas não é mole, não.
Pagar contas, comprar tudo e ter uma despesa mensal fixa bem alta não é fácil, mas não posso reclamar.
Estou bem feliz.
Deus é bom o tempo todo!
:-)
Tudo bem que rapadura é doce, mas não é mole, não.
Pagar contas, comprar tudo e ter uma despesa mensal fixa bem alta não é fácil, mas não posso reclamar.
Estou bem feliz.
Deus é bom o tempo todo!
:-)
domingo, 23 de outubro de 2011
Seja feita a Tua vontade assim na terra como nos céus
Minha oração sempre é: Senhor, se esta for a Sua vontade, que .... aconteça.
Oro desta forma, pois Jesus (segundo a minha crença filho de Deus) clamou ao Pai desta mesma forma, ao se aproximar da data em que seria condenado à morte de cruz, mesmo sabendo que isso era algo pelo qual ele deveria passar.
"E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres." (Marcos 14:36)
A primeira vista, pode não parecer um clamor. Mas posso afirmar que esse é o clamor mais difícil de se fazer com sinceridade.
O meu clamor é que vontade de Deus, a qual reconheço ser melhor que a minha, se manifeste e que Ele me proteja do que possa atrapalhá-la, inclusive eu.
Sei que Ezequias, que recebeu uma palavra de morte, clamou por misericórdia e para que não morresse. Em Sua infinita Graça, Deus concedeu mais 15 anos de vida e deu um sinal espetacular de que cumpriria a sua promessa (Isaias 38). Entretanto, nesses 15 anos, Ezequias foi o responsável pelo povo de Israel se tornar escravo, uma vez que mostrou sua riqueza ao rei da Babilônia (2 Cronicas 30) cometendo um novo pecado.
Será que vale a pena querer mudar o plano de Deus?
Eu, sinceramente, opto por não mudar.
Faço planos, tenho ideias e vontades como todo ser humano, mas as coloco segundo à vontade de Deus. Se elas atrapalharem o plano de Deus para mim, clamo que Ele me mostre e me proteja de mim mesma.
Mas acho falta de respeito e de humildade pressionar Deus sobre algo.
Ele é Deus. Ele faz, fala, se manifesta quando quiser e da forma que quiser.
Meu clamor sempre será: Senhor, faça em mim a Sua vontade. Da mesma forma que aprendemos com Jesus, na oração tão conhecida por todos nós:
(...) Venha a nós o Teu reino, seja feita a Tua vontade assim na terra como nos céus (...)".
Para complementar essa leitura, sugiro esse texto, que por coincidência chegou na minha caixa de emails hoje, 3 dias depois da discussão:
Falou e Mostrou - ICHTUS
Que Deus nos abençoe e nos proteja da nossa própria vontade quando vai em detrimento da vontade de Deus.
:-)
Oro desta forma, pois Jesus (segundo a minha crença filho de Deus) clamou ao Pai desta mesma forma, ao se aproximar da data em que seria condenado à morte de cruz, mesmo sabendo que isso era algo pelo qual ele deveria passar.
"E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres." (Marcos 14:36)
A primeira vista, pode não parecer um clamor. Mas posso afirmar que esse é o clamor mais difícil de se fazer com sinceridade.
O meu clamor é que vontade de Deus, a qual reconheço ser melhor que a minha, se manifeste e que Ele me proteja do que possa atrapalhá-la, inclusive eu.
Sei que Ezequias, que recebeu uma palavra de morte, clamou por misericórdia e para que não morresse. Em Sua infinita Graça, Deus concedeu mais 15 anos de vida e deu um sinal espetacular de que cumpriria a sua promessa (Isaias 38). Entretanto, nesses 15 anos, Ezequias foi o responsável pelo povo de Israel se tornar escravo, uma vez que mostrou sua riqueza ao rei da Babilônia (2 Cronicas 30) cometendo um novo pecado.
Será que vale a pena querer mudar o plano de Deus?
Eu, sinceramente, opto por não mudar.
Faço planos, tenho ideias e vontades como todo ser humano, mas as coloco segundo à vontade de Deus. Se elas atrapalharem o plano de Deus para mim, clamo que Ele me mostre e me proteja de mim mesma.
Mas acho falta de respeito e de humildade pressionar Deus sobre algo.
Ele é Deus. Ele faz, fala, se manifesta quando quiser e da forma que quiser.
Meu clamor sempre será: Senhor, faça em mim a Sua vontade. Da mesma forma que aprendemos com Jesus, na oração tão conhecida por todos nós:
(...) Venha a nós o Teu reino, seja feita a Tua vontade assim na terra como nos céus (...)".
Doi negar-se.
É triste não ver algo que eu queria tanto não acontecer.
Mas sigo feliz, ao saber que ao colocar minha vontade em submissão ao Pai, sei que o que aconteceu (ou não aconteceu) é o melhor para mim.
Para complementar essa leitura, sugiro esse texto, que por coincidência chegou na minha caixa de emails hoje, 3 dias depois da discussão:
Falou e Mostrou - ICHTUS
Que Deus nos abençoe e nos proteja da nossa própria vontade quando vai em detrimento da vontade de Deus.
:-)
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Under Pressure
Joss Stone
by Queen
Pressure pushing down on me
Pressing down on you no man ask for
Under pressure - that burns a building down
Splits a family in two
Puts people on streets
that's o.k.
It's the terror of knowing
What the world is about
Watching some good friends
Screaming 'Let me out'
Pray tomorrow - gets me higher
Pressure on people - people on streets
O.k.
Chippin' around
Kick my brains around the floor
These are the days it never rains but it pours
People on streets
People on streets
It's the terror of knowing
What this world is about
Watching some good friends
Screaming 'Let me out'
Pray tomorrow - gets me higher high high
Pressure on people - people on streets
Turned away from it all like a blind man
Sat on a fence but it don't work
Keep coming up with love
but it's so slashed and torn
Why - why - why ?
Love love love love love
Insanity laughs under pressure we're cracking
Can't we give ourselves one more chance
Why can't we give love that one more chance
Why can't we give love give love give love give love
give love give love give love give love give love
'Cause love's such an old fashioned word
And love dares you to care for
The people on the edge of the night
And loves dares you to change our way of
Caring about ourselves
This is our last dance
This is our last dance
This is ourselves
Under pressure
Under pressure
domingo, 9 de outubro de 2011
Felicidade
Felicidade
Zélia Duncan
Luiz Tatit
Não sei por que tô tão feliz
Não há motivo algum pra ter tanta felicidade
Não sei o que que foi que eu fiz
Se eu fui perdendo o senso de realidade
Um sentimento indefinido foi me tomando ao cair da tarde
Infelizmente era felicidade
Claro que é muito gostoso, claro
Mas claro que eu não acredito
Felicidade assim sem mais nem menos é muito esquisito
Não sei por que to tão feliz
Preciso refletir um pouco e sair do barato
Não posso continuar assim feliz como se fosse um sentimento inato
Sem ter o menor motivo
Sem uma razão de fato
Ser feliz assim é meio chato
E as coisas nem vão muito bem
Eu perdi um dinheiro que eu tinha guardado
E pra completar depois disso
Eu fui despedido e to desempregado
Amor que sempre foi meu forte
Não tenho tido muita sorte
Estou sozinho e sem saída
Sem dinheiro e sem comida e feliz da vida
Não sei por que tô tão feliz
Vai ver que é pra esconder no fundo uma infelicidade
Pensei que fosse por aí
Fiz todas as terapias que tem na cidade
A conclusão veio depressa
E sem nenhuma novidade
O meu problema era felicidade
Não fiquei desesperado, não
Fui até bem razoável
Felicidade quando é no começo ainda é controlável
Não sei o que é que foi que eu fiz
Pra merecer estar radiante de felicidade
Mais fácil ver o que eu não fiz
Fiz muito pouca coisa aqui pra minha idade
Não me dediquei a nada
Tudo eu fiz pela metade
Por que então tanta felicidade?
E dizem que eu só penso em mim
Que sou muito centrado, que sou egoísta
Tem gente que põe meus defeitos em ordem alfabética e faz uma lista
Por isso não se justifica tanto privilégio de felicidade
Independente dos deslizes, dentre todos os felizes sou o mais feliz
Não sei por que eu tô tão feliz
E já nem sei se é necessário ter um bom motivo
A busca por uma razão me deu dor de cabeça, acabou comigo
Enfim eu já tentei de tudo
Enfim eu quis ser conseqüente
Mas desisti vou ser feliz pra sempre
Peço a todos com licença
Vamos liberar o pedaço
Felicidade assim desse tamanho só com muito espaço
Peço a todos com licença
Vamos liberar o pedaço
Felicidade assim desse tamanho só com muito espaço
Zélia Duncan
Luiz Tatit
Não sei por que tô tão feliz
Não há motivo algum pra ter tanta felicidade
Não sei o que que foi que eu fiz
Se eu fui perdendo o senso de realidade
Um sentimento indefinido foi me tomando ao cair da tarde
Infelizmente era felicidade
Claro que é muito gostoso, claro
Mas claro que eu não acredito
Felicidade assim sem mais nem menos é muito esquisito
Não sei por que to tão feliz
Preciso refletir um pouco e sair do barato
Não posso continuar assim feliz como se fosse um sentimento inato
Sem ter o menor motivo
Sem uma razão de fato
Ser feliz assim é meio chato
E as coisas nem vão muito bem
Eu perdi um dinheiro que eu tinha guardado
E pra completar depois disso
Eu fui despedido e to desempregado
Amor que sempre foi meu forte
Não tenho tido muita sorte
Estou sozinho e sem saída
Sem dinheiro e sem comida e feliz da vida
Não sei por que tô tão feliz
Vai ver que é pra esconder no fundo uma infelicidade
Pensei que fosse por aí
Fiz todas as terapias que tem na cidade
A conclusão veio depressa
E sem nenhuma novidade
O meu problema era felicidade
Não fiquei desesperado, não
Fui até bem razoável
Felicidade quando é no começo ainda é controlável
Não sei o que é que foi que eu fiz
Pra merecer estar radiante de felicidade
Mais fácil ver o que eu não fiz
Fiz muito pouca coisa aqui pra minha idade
Não me dediquei a nada
Tudo eu fiz pela metade
Por que então tanta felicidade?
E dizem que eu só penso em mim
Que sou muito centrado, que sou egoísta
Tem gente que põe meus defeitos em ordem alfabética e faz uma lista
Por isso não se justifica tanto privilégio de felicidade
Independente dos deslizes, dentre todos os felizes sou o mais feliz
Não sei por que eu tô tão feliz
E já nem sei se é necessário ter um bom motivo
A busca por uma razão me deu dor de cabeça, acabou comigo
Enfim eu já tentei de tudo
Enfim eu quis ser conseqüente
Mas desisti vou ser feliz pra sempre
Peço a todos com licença
Vamos liberar o pedaço
Felicidade assim desse tamanho só com muito espaço
Peço a todos com licença
Vamos liberar o pedaço
Felicidade assim desse tamanho só com muito espaço
Waiting for
Sabe aqueles momentos nos quais não há nada a se fazer a não ser esperar?
Tenho sérios problemas com espera.
Sou direta, prática.
Comigo as coisas são ou não são. Estão certas ou erradas.
Mas aí, Deus, com Sua infinita sabedoria, me coloca de castigo, sentada no cantinho da disciplina para pensar sobre a espera.
E hoje, no quarto dia angustiante de espera, percebo que não tem como fugir.
O tempo de espera é um tempo de preparo, de observação e a única ação a ser feita é nada.
Sim, não fazer nada.
Esperar.
Claro que pode-se fazer outras coisas em relação a outros assuntos, a vida não para devido a um aspecto.
E ao perceber o óbvio, encontro a paz.
A paz que as pessoas que tentam me atrapalhar, me machucar, me magoar jamais vão entender.
Sou feliz, independente das circunstâncias, bobo(a)s!
:-)
Tenho sérios problemas com espera.
Sou direta, prática.
Comigo as coisas são ou não são. Estão certas ou erradas.
Mas aí, Deus, com Sua infinita sabedoria, me coloca de castigo, sentada no cantinho da disciplina para pensar sobre a espera.
E hoje, no quarto dia angustiante de espera, percebo que não tem como fugir.
O tempo de espera é um tempo de preparo, de observação e a única ação a ser feita é nada.
Sim, não fazer nada.
Esperar.
Claro que pode-se fazer outras coisas em relação a outros assuntos, a vida não para devido a um aspecto.
E ao perceber o óbvio, encontro a paz.
A paz que as pessoas que tentam me atrapalhar, me machucar, me magoar jamais vão entender.
Sou feliz, independente das circunstâncias, bobo(a)s!
:-)
sábado, 8 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Síndrome de Madre Tereza
Boa noite, meu nome é srta. Devaneios e sofro da Síndrome de Madre Tereza.
É aquele comportamento que faz com que você abra mão das suas coisas, dos seus problemas, do seu sofrimento para ajudar outra pessoa. Sempre acho que o problema do outro é mais dolorido que o meu.
Pode parecer lindo, mas tem seu lado negativo.
As pessoas do mal usam isso para dizer que o portador da síndrome quer dar uma de bonzinho, santinho ou quer tirar vantagem daquela situação.
É de lascar ouvir isso.
Amo ajudar, escutar, aconselhar, divertir, confortar e (do fundo do meu ser) não penso em nada em troca. Mesmo! Ultimamente, nem amizade espero em troca.
Claro que sei quem são meus amigos de verdade e eles sabem. Mas se algum desconhecido (ou apenas conhecido) precisar de ajuda, pode ter certeza que farei quase o impossível para ajudar.
Acreditem ou não.
:-)
PS: antes que me critiquem, acho o trabalho de Madre Tereza um dos mais bonitos da história. Sei que jamais chegarei ao nível de abnegação que ela chegou. :-)
É aquele comportamento que faz com que você abra mão das suas coisas, dos seus problemas, do seu sofrimento para ajudar outra pessoa. Sempre acho que o problema do outro é mais dolorido que o meu.
Pode parecer lindo, mas tem seu lado negativo.
As pessoas do mal usam isso para dizer que o portador da síndrome quer dar uma de bonzinho, santinho ou quer tirar vantagem daquela situação.
É de lascar ouvir isso.
Amo ajudar, escutar, aconselhar, divertir, confortar e (do fundo do meu ser) não penso em nada em troca. Mesmo! Ultimamente, nem amizade espero em troca.
Claro que sei quem são meus amigos de verdade e eles sabem. Mas se algum desconhecido (ou apenas conhecido) precisar de ajuda, pode ter certeza que farei quase o impossível para ajudar.
Acreditem ou não.
:-)
PS: antes que me critiquem, acho o trabalho de Madre Tereza um dos mais bonitos da história. Sei que jamais chegarei ao nível de abnegação que ela chegou. :-)




